“Todo dia ela acorda, veste sua roupa de viver e vai.” - Sai na rua como se nada dentro dela apertasse seu coração, sorri pra todos na rua, escondendo seus choros e suas lágrimas. É como se a cada passada de pó que ela desse em seu rosto, escondesse as marcas deixadas ali. E assim ela vai enganando a todos a sua volta. Quem a olha, não vê ali um buraco profundo em seu peito. Não enxerga toda sua sede de grito, pra que todos a entenda. E ninguém a entende. Nem ela mesmo, se entende. E ninguém enxerga ali algo repreendido. Mais ela sabe que tudo acontece na vida de alguém com algum propósito, sabe que o tempo bom há de vir, assim como o ruim há de ir. (Yone A.)
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
“Todo dia ela acorda, veste sua roupa de viver e vai.” - Sai na rua como se nada dentro dela apertasse seu coração, sorri pra todos na rua, escondendo seus choros e suas lágrimas. É como se a cada passada de pó que ela desse em seu rosto, escondesse as marcas deixadas ali. E assim ela vai enganando a todos a sua volta. Quem a olha, não vê ali um buraco profundo em seu peito. Não enxerga toda sua sede de grito, pra que todos a entenda. E ninguém a entende. Nem ela mesmo, se entende. E ninguém enxerga ali algo repreendido. Mais ela sabe que tudo acontece na vida de alguém com algum propósito, sabe que o tempo bom há de vir, assim como o ruim há de ir. (Yone A.)
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